Caução em dinheiro
- Caixa
- Fica parado durante o contrato
- Limite do banco
- Não usa
- Na prática
- O valor das faturas sai do caixa no dia da assinatura

Fatura de R$ 150 mil por mês e contrato pedindo 3 faturas de garantia: são R$ 450 mil. Em caução, o dinheiro fica preso o contrato inteiro. Na fiança, sai do limite do banco. Com a apólice, a empresa paga um prêmio anual e não mexe em nenhum dos dois.
Desde 1º de janeiro de 2024, qualquer consumidor do Grupo A, ligado em alta tensão, pode escolher de quem compra energia (Portaria Normativa 50/GM/MME/2022). Indústria, shopping e supermercado estão entre esses consumidores, e o contrato com a comercializadora pode vir com cláusula de garantia das faturas.
Não existe percentual em lei como na licitação: o valor sai da cláusula do contrato de compra de energia. Corretoras publicam que o mercado costuma pedir de 3 a 6 faturas, com apólice anual renovada enquanto o contrato durar. Se a fatura sobe, o contrato pode pedir aumento da garantia, o que se faz por endosso.
A diferença está no caixa e no limite de crédito que cada uma consome.
Já tem fiança no contrato?Veja como trocar por seguro garantia
Não confunda as duas garantias. A da CCEE cobre as obrigações do agente na Câmara, e as modalidades aceitas são definidas pela própria CCEE: no Mecanismo de Venda de Excedentes de março de 2026, foram CDB, fundos de investimento e caução em dinheiro. O seguro garantia desta página cobre o contrato entre a empresa e quem vende a energia.
Fonte: CCEE, comunicado CO 159/26, de 02/03/2026.
A aceitação depende da análise de crédito da seguradora, que também pede contragarantia da empresa.
Fatura média, número de faturas, vigência e quem vende a energia. Por WhatsApp ou e-mail.
Cadastramos a empresa nas seguradoras e voltamos com a taxa e a lista de documentos.
Conferimos valor, vigência e segurado contra o contrato antes de emitir, e a comercializadora pode consultar a apólice na SUSEP.
Outros contratos da empresa:seguro garantia contratualtodas as modalidades
É a apólice que garante ao vendedor de energia, a geradora ou a comercializadora, que a empresa compradora vai pagar as faturas do contrato. Se a empresa não pagar, o vendedor aciona a seguradora e recebe até o valor da apólice. Depois a seguradora cobra da empresa o que pagou.
Desde 1º de janeiro de 2024, todo consumidor do Grupo A, ligado em alta tensão, pode comprar energia de qualquer fornecedor (Portaria Normativa 50/GM/MME, de 27 de setembro de 2022). Antes havia piso de demanda contratada.
É o que o contrato com a comercializadora pede, em número de faturas. Corretoras publicam que o mercado costuma pedir de 3 a 6 faturas, com apólice anual. Exemplo: fatura média de R$ 150 mil e garantia de 3 faturas dão apólice de R$ 450 mil.
O prêmio é uma fração do valor da apólice. Corretoras publicam faixa de 0,4% a 2% ao ano, e a taxa real sai da análise de crédito da empresa. Na apólice de R$ 450 mil do exemplo, isso dá entre R$ 1.800 e R$ 9.000 por ano.
Não é a mesma coisa. A garantia financeira da CCEE cobre as obrigações do agente na Câmara, e quem define as modalidades aceitas é a própria CCEE. No Mecanismo de Venda de Excedentes de março de 2026, por exemplo, ela aceitou CDB, fundos de investimento e caução em dinheiro (comunicado CO 159/26). A apólice desta página garante o contrato entre a empresa e quem vende a energia.
Depende do contrato. Em contrato entre empresas, a cláusula de garantia diz quais formas valem. Por isso pedimos a minuta ou o contrato antes de cotar: se ela só aceita fiança bancária, vale negociar a troca antes de assinar.
Com o cadastro da empresa aprovado na seguradora, a emissão é rápida. O que demora é o primeiro cadastro, que pede balanço e documentos da empresa. Comece quando a proposta da comercializadora chegar, não na véspera da migração.
Mande a cláusula pelo formulário ou pelo WhatsApp. A gente volta com a cotação e diz se a apólice atende o que o contrato pede.
Cotação gratuita, sem compromisso, sem spam.
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